30 janeiro 2012

Como nos velhos tempos...

Graças a vovó (que tem sido nosso anjo! Obrigada vovó!!), ontem Luquinhas e eu passamos bons momentos juntos! O dia estava lindo, o sol brilhava lá no alto e, apesar de todo o cansaço e esgotamento, levantei do sofá, coloquei um sorriso no rosto e chamei o filhão pra passear.

Só nós dois. Como nos velhos tempos!

Miguel ficou na casa da vovó, bem feliz da vida, curtindo aquele colinho abençoado e uma paz que só estamos encontrando (infelizmente) por lá. Enquanto isso, eu e meu filhão tomamos sorvete, caminhamos lado a lado e fomos passear no Lago.

Ah, quantas aventuras naquela tarde de domingo!!!
Nós atravessamos florestas e desbravamos cavernas escuras e úmidas! Procuramos tesouros escondidos e mal sabia ele que a cada sorriso seu, eu encontrava o tesouro mais valioso do mundo!!!
Ele andou com seu "super" patinete, recolhemos gravetinhos espalhados pelo chão e colocamos vários e vários barquinhos de folhas nas calmas águas do Lago...

Foi uma tarde muito especial!
A minha tristeza foi embora por completo durante todo o tempo em que tivemos juntos. O meu cansaço deu lugar a uma incrível sensação de bem estar. Tomar aquele sol e respirar aquele ar fez com que meu coração batesse em outro compasso.

Tiramos algumas fotos para mais tarde poder lembrar junto com o Lucas que tivemos momentos só nossos! Não fotogramos tudo porque o maior registro ficou em nossas memórias e em nossos corações. Tenho certeza de que foi igualmente especial para o meu pequeno grande príncipe!

Isso se chama FELICIDADE:




25 janeiro 2012

Mais uma princesinha em nossas vidas!

Em meio aos trancos e barrancos, chega mais um bebê na nossa família! É a nossa querida e amadinha Júlia, priminha dos meus príncipes!!!

Júlia nasceu ontem, dia 24/01/2012, pesando 3215g e medindo 52 cm. É uma mocinha linda e muito cheirosa da dinda!!! Amei estar presente naquele momento tão especial!

A pequena Júlia é a primeira filha da irmã mais nova do Andrio. Ela e o Miguel tem apenas 42 dias de diferença. A tia Suelem e o tio Didier, desde o "descobrimento" da gravidez, já eram os dindos do Mi. E quando soubemos da Júlia, fomos presenteados pelo convite de apadrinhá-la também, não é uma alegria?!

 
 
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Seja muito bem vinda, Julinha!!! Amamos você!!!

23 janeiro 2012

Depressão pós parto? Tô fora!

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Então é o seguinte: sei que ando triste pra caramba, cansada ao extremo e escrevendo coisas meio baixo astral... Ok, ok! Confesso que a vida não é mais a mesma já faz tempo, e revelo o que nunca havia falado aqui: durante a gestação, meu GO quis porque quis me indicar um antidepressivo por achar que eu estava deprimida ou sei lá, que talvez fosse uma forte candidata a sofrer a tão temida depressão pós parto. Ele se mostrou bastante preocupado, mas eu recusei o tal remédio porque tenho pavor desses remédios, dessa palavra e de ser fraca. Para mim, isso tudo é sinal de fraqueza, um sinal de que a pessoa não é capaz de resolver os próprios problemas sozinha! Eu sei, eu sei, estou sendo um pouco preconceituosa, mas enfiim, esse é o meu lado B #prontofalei.

Na época, voltei a fazer terapia e a psicóloga não achou nada disso, nem concluiu ser necessário um psiquiatra. Até por sinal, avaliou que sou bem capaz de solucionar os problemas. E francamente? Eu já fiz muito psicanálise nesta vida e se tem uma coisa que eu aprendi é ser responsável por nossas escolhas. [E tudo é uma questão de escolhas não é?!]

Então o que eu fiz? Procurei rezar mais, canalizar minha energia em coisas boas, fiz o que achei que precisava fazer e achei que estava evoluindo!

Só que aí chegou o parto e coisa e tal, e lá vem o médico de novo com aquele papo... na ocasião, não questionei. Fiquei até com medo de "recair", como diz minha avó, e aceitei tomar o remedinho, que ao meu ver, em nada mudou o quadro de tristeza em que eu me encontrava.

A primeira semana foi punk. Jamais vou esquecer daquela quinta-feira pós parto! Jesus, que horror! Eu estava péssima, sem a menor condição de me levantar da cama, mas jamais meu pensamento foi diferente de me incentivar a seguir em frente, afinal, eu tinha um bebê para cuidar, ele era meu e nunca negligenciaria seus cuidados! Até acho que naquelas primeiras semanas fui vítima do chamado "baby blues", uma depressão mais branda, uma espécie de melancolia pós parto. Mas aí é que está: o meu diagnóstico é tristeza, e não depressão. Uma tristeza muito profunda, quem sabe, mas não a ponto de interferir no meu dia-a-dia. A depressão é uma doença e os seus sintomas se confundem com os da tristeza, mas elas são muito diferentes.

Primeiro, eu não me considero deprimida. Jamais pensei em não cuidar dos meus filhos, em passar a bola, em ficar deitada na cama, passar o dia de pijama, não perdi o apetite (ai, quem dera!) muito menos o sono. E mesmo minha mãe ficar horrorizada com a minha aparência, eu me olho no espelho e até não me acho das piores... tenho conseguido seguir (relativamente) a dieta alimentar, cuido de todos os meus deveres e obrigações e principalmente, sinto muito, muito amor pelos meus filhos e por minha vida.
 
Acho até que uma terapia seria muito bem vinda. Sinto necessidade de um espaço pra mim (além do blog), de conversar sobre tudo isso, de refletir mais, de manter o equilibrio, mas tomar antidepressivos, ah, por favor!

Eu tomei. Tomei aquela caixinha inteira. 20 dias.
E morri de culpa. Foi pior. Porque eu não acredito muito no efeito disso, eu acredito na força das pessoas e eu acredito em mim. Sei que tudo isso vai passar, vamos superar e, tcharan!, vou me sentir menos triste!

É tudo uma questão de tempo!
E eu espero. Já se passou um mês. Quase dois.
Estou tomando algumas providências, tenho feito o meu melhor.

Bem, este post ficou meio pesado... Desculpe a indelicadeza! Quero dizer que respeito todo e qualquer tipo de tratamento e compreendo as mais diversas razões e circunstâncias que levam uma pessoa a sofrer de depressão, seja pós parto ou não. Mas isso tudo que eu escrevi diz respeito a mim, ao julgamento que eu faço sobre o meu próprio comportamento e aquilo que eu me permito ou não sentir e fazer. Se ofendi alguém, desculpe de coração! Nunca tive a intenção! Cada um com seu cada qual né?! Então tá ;-)

22 janeiro 2012

Nada como a casa da * MÃE *

Eu sempre adorei estar em casa.
Até o Miguel nascer.
Ou melhor, até o dia em que minha mãe foi "embora".

Eu sei lá o que me deu, mas me sinto presa em minha própria casa, aliás, nem me sinto "em casa". É tanta bagunça que eu já não consigo arrumar, tanta coisa espalhada pelos cantos, tantas visitas, tantas cobranças, tanta solidão que eu me aborreço de ficar aqui.

Tenho ido lá pra mãe. Durante as tardes. E tenho ficado até anoitecer.
Primeiro usei a desculpa de dar uma passeada. Naquele dia, o Lucas e a Duda brincaram a tarde toda sem brigar e então passei a ir mais frequente, justificando que lá eles brincavam e não brigavam. Mas a verdade é que eu estava adorando estar lá. Mesmo que minha mãe estivesse trabalhando, mesmo que só a Duda e a empregada estivessem por lá, o simples fato de eu não estar na minha casa já era um alívio e, estar na casa da mãe, uma quase consolação.

Ontem dormimos lá. 
Minha irmã não estava e me emprestou o quarto. Eu e o Lucas dormimos juntinhos como há tempos não fazíamos e o Miguel dormiu no quarto da vovó. Eu nem acreditei que dormi 3 horas direto (eu disse 3 horas! Di-re-to) e ainda por cima no escuro!!!! Aquilo foi a glória!!!!
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Passado 3 horas, o Mi acordou e era hora do mamá. Amamentei o pequeno e novamente ele foi dormir no quarto da vovó. Mais 3 horinhas de sono, obrigada, obrigada, obrigada!!!! Às 6 horas da manhã eu era outra, muito mais descansada, pronta para qualquer coisa.

Bem, qualquer coisa é um exagero.
Ainda não estava pronta para voltar pra casa.
Passamos o domingo na vovó. E o engraçado é que eles tinham um programa e saíram o dia todo. Quando a noite chegou, voltamos para casa.

E aqui estou.
O mesmo cansaço, a mesma solidão, a mesma tristeza e a mesma certeza de que não tenho outra escolha a fazer a não ser esperar tudo isso passar para poder virar a página. Quisera poder encerrar esta história e escrever outra. Mais feliz quem sabe. Tudo vai passar, tudo vai passar! Eu sei.

21 janeiro 2012

Cadê a mãe querida?

Colocando o pijama, antes de dormir:

- Aiii [suspiros] que saudades da mãe querida!

- Quem é a mãe querida, Lu?

- É tu mãe, mas agora tu não é mais querida!

Ahm?
Nem preciso dizer que meu mundo caiu mais uma vez naquele dia!
Aquela declaração me fez chorar por dentro e mais tarde, chorar "por fora" também.

Está sendo muito difícil, pessoal! Muito mais do que eu pensava!
A situação é a seguinte: eu tenho um bebê que exige muito mais do meu tempo do que eu imaginava e tenho também um menino lindo e fofo, cheio de energia, de férias, em casa. E mesmo que ele não estivesse de férias e com muito tempo disponível, ele também precisa de atenção!!!

Só que realmente não sobra muito tempo, sabe?
Tenho passado os dias em função do Miguel, que está sofrendo com as terríveis cólicas ou desconfortos estomacais. Seja o que for, ele só quer a mamãe, só quer colinho e peito, peito, peito! Não, não estou reclamando (ok, só um pouquinho), só estou dizendo que meu filhão está sentindo a minha falta! E eu, a falta dele!

Como sinto saudades do meu filho querido também. Lucas se transformou! Está teimoso e mandão, só grita e corre pela casa, nunca obedece a um chamado de imediato, se isola quando está triste, o que acontece frequentemente.

Me dei conta de que, por culpa minha, ele não cresceu "como deveria" nestes 4 anos e agora, de repente, "perdeu" sua mãe querida, que passa às voltas com seu irmãozinho. A mãe querida deu lugar a uma mãe chata, que chama a atenção a toda hora, que põe no castigo, que dá algumas chineladas e exige silêncio! A mãe querida deu lugar a uma mãe ocupada, sem tempo, sem mãos extras, sem disposição, sem paciência!

Outro dia, enquanto estava numa lida para colocá-lo no castigo, ele me diz: "Pára, mãe!!!! Sabia que só os pais brigam e as mães não?! Porque as mães são sensíveis!". Sim, ele disse exatamente isso! E não me interessa se era pura chantagem e se ele tem essa noção e essa capacidade, o que me interessa é que estou sendo menos para o meu filho e ele está precisando de mãe! De todas as mães que eu posso ser, inclusive a querida!

Nos meus momentos de lucidez tenho explicado pra ele que estou muito cansada com essa nova rotina, que um bebê exige muito da mamãe porque ele é muito pequeno, precisa de colinho porque ainda não sabe falar o que está sentindo, precisa do mamá porque não pode comer/beber outras coisas e blábláblá.

Sempre fui muito verdadeira com o Lucas e tenho colhido alguns frutos dessa minha honestidade (muito honesta para uns que acham que eu "explico demais" para uma criança), como ontem, por exemplo: Eu estava um caco em pessoa, quebrada e arrasada, acho que foi o dia mais cansativo até aqui, passei com o Miguel no colo praticamente o tempo inteiro e meus ombros estavam pesando como um elefante! E o Lucas ficou meio por conta.

Aí quando o pai dele chegou e depois tomar o seu delicioso banho, descansar, atender 456789 telefonemas, o Lucas foi até ele e disse: "Pai, fica um pouco com o Miguel porque a minha mãe nem ficou comigo hoje!". Morri. E ressuscitei depois quando o meu lindo chegou pra mim e disse: "Vamos mãe, vamos lá no teu quarto. Eu vou te convidar pra descansar um pouco comigo porque eu 'to' muito "cansativo (=cansado!)".

Veja bem, ele não me convidou para brincar, para desenhar, ler um livro, nada! Ele me convidou para descansar!!!! E depois dizem que não vale a pena conversar com as crianças! Na sua cabecinha, ele deve ter pensado que a única proposta que eu não recusaria naquele momento era essa. Que mãe na minha situação recusaria um convite para descansar ao lado do seu filhão?

E lá fomos nós, deitar na cama e ficar só no chamego, até que eu cochilei... Ai, 'tadinho' do Lucas!
Já cansei de pedir ajuda, implorar para o papai cuidar mais do Miguel para que eu possa dar mais atenção ao Lucas, mas não adiante muito... Quando ele chega em casa, toda a sua ajuda é com os cuidados do Lucas. Ele ajuda um monte, é verdade! Às vezes faz a janta, quase sempre dá o banho, brinca um pouco, arruma pra dormir, faz dormir, mas é aquilo né, o Lucas precisa da mãe também!!! Ele sente falta e eu também! Mas e aí, como fazer? Eu sou só uma!

Antes nós éramos 2/1 - dois para cuidar de um. Agora somos 2/2 e na maior parte do tempo 1/2 (eu, no caso!). Então é claro que alguma coisa fica faltando. Aliás, muuuuita coisa pra quem estava acostumado a ter 100% de atenção!

Ah, meu amor, a mãe também sente falta daquela mãe querida. Ela ainda está aqui, um pouco atarefada e estressada, é verdade, mas ela ainda existe e logo ela vai voltar, pode apostar!

17 janeiro 2012

Eu, no meu dia-a-dia


Manhã - Tarde - Noite
;-)

12 janeiro 2012

Miguel, um anjo do céu! * 1 mês

Um anjo do céu
Que trouxe prá mim
É "o mais bonito"
A jóia perfeita
Que é prá eu cuidar
Que é prá eu amar
Gota cristalina
Tem toda inocência...

(...)

Um anjo do céu
Que me escolheu
Serei o seu porto
Guardião da pureza
Que é prá eu cuidar
Que é prá eu amar
Gota cristalina
Tem toda a inocência...

(...)

Um Anjo do Céu - Natiruts


Ah, Miguel, meu filho amado, como eu te amo!!! Te ver dormindo assim me enche de paz no coração e todo o cansaço vai embora. Quando você sorri e "conversa" com a mamãe meu dia fica mais colorido e cheio de alegria. Até mesmo nas madrugadas, tão cansativas e tristes, eu agradeço por você existir e fazer parte da minha vida agora! Você é uma bênção de Deus e eu sou muito privilegiada por ser sua mãe nesta existência!

Hoje você completou 1 mês de vida e eu estou muito, muito feliz! Fomos ao pediatra e ele disse que você está ótimo!!!! Tão bom ouvir aquelas palavras, tirar todas as minhas dúvidas e ter a certeza de que estou dando o meu melhor para que você se desenvolva e cresça com saúde e muito amor!

Parabéns, meu amorzinho!
Você e seu irmão são os maiores tesouros que eu tenho nesta vida!!!!

11 janeiro 2012

E tem leite? Tem sim senhor!!!

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Se tem uma coisa que me tira do sério são aquelas perguntas sem noção, do tipo: "Você tem leite?" Dá até vontade de responder: "Não é da sua conta!" Ok, tolerância zero, eu sei, mas eu não tenho a mínima paciência com essas interferências...

Todo mundo está careca de saber que quando se faz uma cesárea o leite demora mais para "descer", mas que o colostro, muitas vezes, é suficiente para o RN. Alguns bebês, entretanto, precisam de um complemento e eu, inclusive, pedi ao pediatra para dar o complemento para o Miguel pois achava que ele estava com fome. Ele tomou um pouquinho lá na maternidade (no copinho), e não fez mal algum!

Essas perguntas todas me irritam de tal modo que tenho medo mesmo que o meu leite seque ou diminua ou não seja mais suficiente para o meu bebê lindo! Por isso estou ansiosíssima para a nossa consulta de amanhã (sim, ele já faz um mês amanhã!!!), para saber o seu peso e bater altos papos com o queridíssimo Dr. Nelsinho, que eu amo de paixão!

Já fiz minha lista e ela está enorme! Todos me perguntam se o segundo filho é mais fácil e eu respondo: não!!! Pra mim, pelo menos, está sendo muito mais complicado. Aliás, com o Lucas eu não achei nada complicado: eu tinha leite de sobra, ele mamava super bem, não tinha cólicas, não tinha nada e eu era 100% capaz de cuidar do meu filho sozinha! Me sentia muito mais forte, mais segura, e agora, que não sou marinheira de primeira viagem, me sinto insegura, perdida, meio atrapalhada com todas as funções que eu já conheço e tão bem desempenhei há 4 anos atrás...

Não sei o que é...
Mas enfim, esse assunto do leite é algo que me chateia bastante. Para as perguntas sem noção, respostas sem tolerância, um "sim" curto e grosso e deu. Tenho me permitido ser "meio mal educada", mas afinal, pessoas que fazem esse tipo de pergunta a uma mamãe que acabou de ganhar nenê também são né? 

Outra coisa que irrita pra caramba é a pegunta: "É hora de mamar?". Sim, porque qualquer resmungada do Miguel, uma porção significativa de gente acha que ele está querendo mamar. É só o que pensam!!! Bebês não resmungam só quando estão com fome!!! Compartilhem essa informção para que mais pessoas saibam esta "novidade" e parem de incomodar as mamães!

Quem melhor que a mãe para saber o porquê de um chorinho, um resmungo e uma mainha? Nesse 1 mês de vida do meu amorzinho, já nos conhecemos muito bem. Os primeiros dias foram bem difíceis, é claro, e como eu disse, dessa vez eu me encontrei bem perdida. Teve um dia que minha mãe soube acalma-lo enquanto eu estava aflitava com aquele chororô: bastou abrir a fraldinha e deixar o coitadinho aliviar a barriguinha. "Puxa vida", eu pensei, não estava mesmo atinando o óbvio... que dias!!! Mas agora já passou e o dia-a-dia (muito intenso) me ajudou a conhecer meu bebê e saber de suas necessidades e se eu digo que não é fome é porque não é fome, ora bolas!

Só que quando respondo isso e ele continua chorando por um tempo, eu tenho que enfrentar os olhares cortantes do especatores. E confesso, fico nervosa com aquela pressão toda e as vezes acabo dando o peito para ele parar logo de chorar. Me sinto péssima quando faço isso. Por que ando me sentindo assim será? Que coisa mais séria...

Mas amanhã, se Deus quiser, me fortaleço com as doces palavras do pediatra! Chega logo quinta-feira!!!
Aí volto para contar as novidades!!! 

02 janeiro 2012

Alheia às festividades de final de ano

E ontem era o primeiro dia do novo ano e eu falando sobre noites mal dormidas... Que sem noção! Enquanto a blogosfera inteira escrevia sobre os desejos de um 2012 repleto de paz, de luz e alegrias, eu escrevi sobre meu cansaço com a nova rotina com um bebê em casa! É que pra mim nem parecia festa, passamos a véspera em casa, tomamos um cafezão no meio da tarde e às 22h estávamos todos na cama! Sem ceia, sem champagne, sem fogos, sem comemorações.

Ontem almoçamos com meus pais e com a Duda e passamos o dia na casa da vovó. Miguel aproveitou o colinho da vovó, dormiu e descansou. E eu pude descansar um pouquinho também, Impressionante como é bom estar na casa da mãe né?!

O Lucas brincou com a Duda e parece que começaram bem o ano novo: não brigaram muito e a brincadeira durou a tarde toda! Já percebi que lá na mãe eles estão se acertando mais do que aqui em casa. Não sei o que rola por aqui, mas o Lucas fica impossível, não quer emprestar os brinquedos, grita com a Duda, é um show de horror até. Mas lá, no território dela, os ânimos acalmam e as coisas fluem!

Pois é, este finalzinho de 2011 não deixa saudades! O bom de dezembro foi a chegada do Miguel, nosso bebê lindo e fofo! Mas os últimos dias do ano foram muito cansativos! Espero que as energias sejam renovadas agora com este ano todo novo pela frente!! Que os dias sejam mais alegres, mais calmos, menos cansativos e mais felizes!

No que depender de mim, tudo ficará bem!
Desejo a todos os amigos um ótimo 2012!!! Desculpem o baixo astral de ontem! É que seguidas noites mal dormidas me deixam meio fora de órbita. Mas nesta madrugada consegui dormir algumas horinhas e descansei o suficiente para espalhar por aqui os meus votos de um Ano Novo cheio de paz, de esperanças e de muitas felicidades! Para todos nós!!!

2º dia com o pé direito, vale?!
Seja bem vindo 2012!!!!

01 janeiro 2012

Noite: a grande vilã

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Nem tudo é um mar de rosas né?!
Ando bem cansada por aqui... Depois que minha mãe foi "embora", quase não tenho descansado. Nossa rotina até não é das piores, mas não sobra muito tempo, e quando sobra tempo, falta disposição!

Miguel segue mamando de duas em duas horas, no máximo, três. Entre uma mamada e outra, quando não faz cocô e não há trocas de fraldas para fazer, ele dorme. Quando ele dorme, procuro ficar com o Lucas: seja para fazer as coisas que precisam ser feitas, seja para brincar.

O dia passa corrido, vejo as horas pelos intervalos das mamadas.
O pior mesmo é quando chega a noite. Porque você pode passar o dia todo em função que parece não cansar tanto quanto a noite: a grande vilã!

Não me recordo de quando o Lucas era bebê. Não lembro mesmo como era, o quanto ele dormia e de quantas em quantas horas ele mamava. Mas me parece que não era tão cansativo...

O Miguel não chora, ele não é daquele tipo de bebê que faz berreiro, só que o intervalo das mamadas é muito curto e, nesse pequeno espaço de tempo, praticamente não dá para descansar!!!! Tenho procurado dividir as tarefas com o papai, mas ele é um horrível companheiro para as madrugadas: acorda de mau humor, sai tropeçando pelos tapetes e, às vezes, tenho a impressão de que vai derrubar o pequeno a qualquer instante. Acho mesmo que alguns pessoas precisam mais de sono do que as outras. Ou, vai ver que as mães se condicionam a não dormir e pronto.

Já expliquei que também preciso descansar, dormir, que a vida está complicada e tudo o mais, mas parece que o papai acha que o seu trabalho é mais cansativo que o meu e que, ao chegar em casa, ele precisa muito de descanso. Poxa vida!!! Não acredito que as coisas sejam assim! O filho é nosso e eu passo o dia todo em função também! Mas...

Para ser sincera, até nem acho que o Miguel dá trabalho sabe?! Ele é um bebê muito tranquilo e querido. Se eu não viesse de um esgotamento emocional desde a gravidez, acho que tiraria de letra o fato de ter que cuidar dele a maior parte das noites. Mas a verdade é que eu já estava muito cansada. Mais até do que permito me queixar...

Tudo vai passar, eu sei. Os dias vão ficar mais calmos e assim, as noites, mais tranquilas. Por enquanto, está tudo meio um caos, muitas olheiras, pouco sono, muita culpa, pouca paciência...